{"id":237,"date":"2015-06-04T17:31:59","date_gmt":"2015-06-04T17:31:59","guid":{"rendered":"http:\/\/ritacastroneves.com\/?p=237"},"modified":"2018-04-16T07:14:22","modified_gmt":"2018-04-16T07:14:22","slug":"contributos-para-pensar-o-multimedia","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/contributos-para-pensar-o-multimedia\/","title":{"rendered":"Contributos para Pensar o Multim\u00e9dia"},"content":{"rendered":"<p>Contributos para Pensar o Multim\u00e9dia foi um ciclo de confer\u00eancias que nos juntou, \u00e0s quintas feiras de manh\u00e3, no espa\u00e7o da Porto Design Factory do Instituto Polit\u00e9cnico do Porto, durante tr\u00eas meses de 2015, para em conjunto pensarmos uma \u00e1rea alargada do multim\u00e9dia, a partir de pr\u00e1ticas art\u00edsticas, curatoriais, associativas, comunicacionais e colaborativas, aqui partilhadas em primeira m\u00e3o pelos seus criadores.<\/p>\n<p>19 mar\u00e7o 2015 . Ant\u00f3nio Jorge Gon\u00e7alves\u00a0<strong>Imagens do Mundo Flutuante<\/strong><\/p>\n<p>9 abril 2015. Ivo Madaleno<\/p>\n<p>16 abril 2015. Pedro Mota Teixeira<strong>Porque ser\u00e1 que a anima\u00e7\u00e3o nos fascina tanto?<\/strong><\/p>\n<p>23 abril 2015. Pedro Rocha e Rita Castro Neves\u00a0<strong>Trama Festival de Artes Performativas<\/strong><\/p>\n<p>30 abril 2015. Gustavo Costa \/ Sonoscopia <strong>\u00c9tica DIY na M\u00fasica Experimental<\/strong><\/p>\n<p>14 maio 2015\u00a0. In\u00eas Moreira\u00a0<b>Curadorias de espa\u00e7os p\u00f3s-industriais: explora\u00e7\u00f5es entre a arte contempor\u00e2nea, a arquitectura e o conhecimento curatoria<\/b><\/p>\n<p>21 maio 2015. Maile Colbert\u00a0<strong>Wayback Sound Machine: Sound Through Time, Space, and Place<\/strong><\/p>\n<p>4 junho 2015\u00a0. Miguel Leal\u00a0<strong>Fazer Coisas<\/strong><\/p>\n<p>&#8230;&#8230;..<\/p>\n<p>19 mar\u00e7o 2015. Ant\u00f3nio Jorge Gon\u00e7alves\u00a0<strong>Imagens do Mundo Flutuante<\/strong><\/p>\n<p>http:\/\/www.antoniojorgegoncalves.com<\/p>\n<p>http:\/\/www.subway-life.com\/<\/p>\n<p>16 abril 2015. Pedro Mota Teixeira\u00a0<strong>Porque ser\u00e1 que a anima\u00e7\u00e3o nos fascina tanto?<\/strong><\/p>\n<p>O cinema de anima\u00e7\u00e3o tem sido bem sucedido em reunir p\u00fablicos de diferentes idades, atrav\u00e9s dos anos, e em todos os cantos do globo, para assistir a um filme ou jogar um jogo. Assim, se a anima\u00e7\u00e3o representa uma linguagem universal com uma qualidade comunicativa ineg\u00e1vel e \u201clocaliz\u00e1vel\u201d, para alguns encontramos nela uma qualidade \u00fanica de &#8220;self-reflexivity&#8221; que ajuda \u00e0 sua mediatiza\u00e7\u00e3o. Qualidade essa que traduz alguns aspectos importantes: primeiro, a anima\u00e7\u00e3o desvenda uma natureza est\u00e9tica, muito sui-generis, que revela, inevitavelmente, a mat\u00e9ria-prima da sua origem, m\u00e9todos e at\u00e9 t\u00e9cnicas empregues no seu processo de produ\u00e7\u00e3o. Segundo, possui a capacidade de funcionar como discurso, comunicando e intervindo directamente com o seu p\u00fablico. Terceiro, reflecte a sua rela\u00e7\u00e3o com o seu criador, tornando-se numa esp\u00e9cie de agente que manipula as suas cria\u00e7\u00f5es, comunicando com elas e estas com uma audi\u00eancia. Assim, a anima\u00e7\u00e3o \u00e9, no panorama das ind\u00fastrias criativas, uma alternativa ao filme de imagem real com caracter\u00edsticas que lhe permite uma f\u00e1cil dissemina\u00e7\u00e3o por uma imensidade de \u00e1reas, medias e suportes audiovisuais din\u00e2micos e interactivos. Assim sendo, porque n\u00e3o haveria a anima\u00e7\u00e3o de nos fascinar tanto?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pedro Mota Teixeira <\/strong>\u00e9 doutorado em Comunica\u00e7\u00e3o Audiovisual \u2014 anima\u00e7\u00e3o digital \u2014 pela Universidade do Minho, Mestre em Licenciado em Arte Multim\u00e9dia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e licenciado em Design de Comunica\u00e7\u00e3o pela mesma Universidade.<\/p>\n<p>\u00c9, ainda, e desde 2011, detentor do t\u00edtulo de Especialista (conforme decreto-lei 206\/2009) na \u00e1rea disciplinar dos Audiovisuais atribu\u00eddo pela Escola Superior de Tecnologia do IPCA, cons\u00f3rcio dos Polit\u00e9cnicos do Norte e APD (Associa\u00e7\u00e3o Portuguesa de Design).<\/p>\n<p>Inicia a sua actividade profissional em 1998, integrando os quadros da produtora\u00a0\u00a0Miragem como respons\u00e1vel pela equipa de ilustra\u00e7\u00e3o e de\u00a0\u00a0pintura e anima\u00e7\u00e3o digital de v\u00e1rios projectos audiovisuais. Destes, destaca-se a s\u00e9rie televisiva Major Alvega (RTP 1) projecto apoiado financeiramente pelo ICAPA (Instituto Portugu\u00eas de Arte Cinematogr\u00e1fica e Audiovisual) e nomeada \u2014 candidata \u2014 aos pr\u00e9mios EMMY pela Academy of Television Arts &amp; Sciences.<\/p>\n<p>A partir de 2002, deixa para tr\u00e1s a Miragem para criar a sua pr\u00f3pria produtora Animago, acumulando, para al\u00e9m de s\u00f3cio-gerente, as fun\u00e7\u00f5es de director criativo e realizador, em projectos de audiovisuais ligados \u00e0 anima\u00e7\u00e3o 2D e 3D, motion graphics e p\u00f3s produ\u00e7\u00e3o video. Assina a realiza\u00e7\u00e3o e a anima\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios projectos de relevo, nomeadamente os videoclips das bandas musicais Mind da Gap (EMI \u2013 Valentim de Carvalho\/Norte Sul), Blind Zero (Universal Portugal), Boss AC (EMI \u2013 Valentim de Carvalho\/Norte Sul), Doce (Universal Portugal); diversos spots publicit\u00e1rios, para clientes como o Metro do Porto, o Festival Internacional de Cinema de Santa Maria da Feira, o Festival Imaginarius; e grafismos televisivos para a RTP, SIC E TVI, em gen\u00e9ricos como: A Minha Sogra \u00e9 uma Bruxa, Superbatatoon, Top Buracos, Camilo em Sarilhos, entre muitos outros.<\/p>\n<p>Em 2007, produz e realiza o primeiro filme de anima\u00e7\u00e3o portugu\u00eas inteiramente concebido em tecnologia 3D atrav\u00e9s do apoio financeiro do Instituto do Cinema, Audiovisual e Multim\u00e9dia (ICAM): \u201cHist\u00f3ria de Um Caramelo\u201d, contando com a participa\u00e7\u00e3o do actor Ant\u00f3nio Feio na sua \u00fanica incurs\u00e3o na \u00e1rea da interpreta\u00e7\u00e3o para cinema de anima\u00e7\u00e3o. Enquanto realizador, \u00e9 contemplado nesse mesmo ano com um outro apoio financeiro por parte do ICAM, para o desenvolvimento da s\u00e9rie de anima\u00e7\u00e3o \u201cAs M\u00e1quinas de Maria\u201d (co-realizado com a ilustradora e autora do projecto original, Marta Madureira).<\/p>\n<p>De 2001 \u00e0 2009, acumula a realiza\u00e7\u00e3o e anima\u00e7\u00e3o destes projectos com a docencia na Escola Superior Art\u00edstica do Porto (ESAP), leccionando as unidades curriculares de Anima\u00e7\u00e3o 2D, Anima\u00e7\u00e3o para Multimedia e Projecto, da licenciatura em Design e Comunica\u00e7\u00e3o Multimedia.<\/p>\n<p>A partir de 2009, opta pela doc\u00eancia na Escola Superior de Tecnologia do Instituto Polit\u00e9cnico do C\u00e1vado e do Ave (IPCA) onde, at\u00e9 esta data, desempenha as fun\u00e7\u00f5es de coordenador de curso da licenciatura em Design Gr\u00e1fico, de respons\u00e1vel pelo grupo disciplinar de Audiovisuais e Multim\u00e9dia e de docente das unidades curriculares de Desenho Computacional 3D. Para al\u00e9m disso, acumula ainda, a doc\u00eancia da licenciatura em Engenharia em Desenvolvimento de Jogos Digitais, onde lecciona as unidades curriculares de Anima\u00e7\u00e3o de Personagens. Faz parte da comiss\u00e3o respons\u00e1vel pelo primeiro Mestrado p\u00fablico nacional em Ilustra\u00e7\u00e3o e Anima\u00e7\u00e3o (MIA) no qual lecciona as unidades curriculares de Estudo e Desenvolvimento de Personagens e Modela\u00e7\u00e3o e Anima\u00e7\u00e3o 3D. \u00c9 ainda membro do Conselho\u00a0\u00a0T\u00e9cnico-Cient\u00edfico, do Conselho Pedag\u00f3gico, Respons\u00e1vel pelo laborat\u00f3rio de Audiovisuais do Centro de Investiga\u00e7\u00e3o DIGARC e Organization Chair da CONFIA (Conferencia Internacional de Ilustra\u00e7\u00e3o e Anima\u00e7\u00e3o).<\/p>\n<p>Actualmente, a par da doc\u00eancia enquanto Professor Adjunto da EST-IPCA, tem desenvolvido diversos trabalhos de autor na realiza\u00e7\u00e3o e no design de personagem, no panorama nacional e internacional, como a concep\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica da s\u00e9rie de anima\u00e7\u00e3o interactiva da RTP2 \u201cCaf\u00e9 Central\u201d, o videoclip do single \u201cSexta-feira\u201d do cantor Boss AC ou ainda, a mascote \u201cVasco\u201d do Ocean\u00e1rio de Lisboa.<\/p>\n<p>23 abril 2015.\u00a0 Pedro Rocha e Rita Castro Neves\u00a0<strong>Trama . Festival de Artes Performativas<\/strong><\/p>\n<p>Para uma observa\u00e7\u00e3o abrangente das pr\u00e1ticas art\u00edsticas e culturais entendidas como &#8216;multim\u00e9dia&#8217;, ser\u00e1 importante um olhar sobre a curadoria e a programa\u00e7\u00e3o. Um olhar que foque n\u00e3o apenas o car\u00e1cter das obras apresentadas, mas tamb\u00e9m, e especialmente no caso de festivais, a possibilidade destes eventos se oferecerem, eles pr\u00f3prios, como experi\u00eancias multim\u00e9dia.<\/p>\n<p>A trans e interdisciplinariedade da arte dos nossos dias tem vindo a expandir de forma exponencial o campo do &#8216;multimedia&#8217;. E, no \u00e2mbito das artes performativas, o caso do festival Trama, realizado anualmente entre 2006 e 2011, \u00e9 exemplar no que se refere \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do potencial inscrito nos cruzamentos e associa\u00e7\u00f5es v\u00e1rias entre disciplinas art\u00edsticas, formas de colabora\u00e7\u00e3o, formatos e protocolos de apresenta\u00e7\u00e3o, m\u00e9todos de produ\u00e7\u00e3o, p\u00fablicos e rela\u00e7\u00f5es de &#8216;site-specificity&#8217;.<\/p>\n<p>O acompanhamento das edi\u00e7\u00f5es do festival permitir\u00e1 perceber a forma como este foi questionando as conven\u00e7\u00f5es e hierarquias do espet\u00e1culo contrapondo propostas de natureza muito diversa, por\u00e9m pautando-se por alguns eixos agregadores: a performatividade, o experimentalismo e a rela\u00e7\u00e3o com a cidade do Porto.<\/p>\n<p>A imposi\u00e7\u00e3o das complexas e multifacetadas malhas deste festival sobre o tecido urbano resultaram numa vibra\u00e7\u00e3o singular e in\u00e9dita, vis\u00edvel nas viv\u00eancias dos p\u00fablicos, artistas e organizadores que se aventuraram no emaranhado de percursos opostos.<\/p>\n<p>Pedro Rocha (Porto, 1973) \u00e9 programador\/curador de m\u00fasica e de arte sonora residente no Porto.<\/p>\n<p>Tem mantido como principal atividade, desde 1999, a colabora\u00e7\u00e3o com a Funda\u00e7\u00e3o de Serralves onde \u00e9 respons\u00e1vel pela programa\u00e7\u00e3o de m\u00fasica do Museu de Arte Contempor\u00e2nea assim como do festival Serralves em Festa e do festival de artes performativas Trama do qual foi co-programador.<\/p>\n<p>\u00c9, atualmente, programador de m\u00fasica convidado do centro de arte Hangar Bicocca em Mil\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde 1998, tem pontuado em v\u00e1rios projetos enquanto dj, a solo e em colabora\u00e7\u00e3o, maioritariamente dedicados \u00e0 m\u00fasica experimental e electr\u00f3nica e em diferentes contextos como sejam programas de r\u00e1dio, performances ou sets realizados em galerias e bares.<\/p>\n<p>Esporadicamente, tem realizado ou participado em confer\u00eancias, palestras, tutoriais e aulas, nomeadamente na Universidade Lus\u00f3fona e na Academia de Artes de Oslo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Rita Castro Neves (Paris, 1971) acabou o Curso Avan\u00e7ado de Fotografia do Ar.Co (Lisboa) em 1995 e o Master in Fine Art da Slade School of Fine Art (Londres) em 1998, tendo desde ent\u00e3o exposto regularmente em Portugal e no estrangeiro, tanto em espa\u00e7os estabelecidos (Museu de Arte Moderna da Bahia, Spike Island, Bristol, The Courtauld Institute of Art, Londres, Museu de Arte Contempor\u00e2nea de Serralves, Porto, Korjaamo Gallery, Hels\u00ednquia, Museu da Imagem, Braga, Museu Nogueira da Silva, Braga, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, F\u00e1brica Asa, Guimar\u00e3es Capital Europeia da Cultura) como em locais ditos n\u00e3o convencionais (escola prim\u00e1ria, apartamento alugado, casa de banho p\u00fablica, loja de discos, montra de um restaurante).<\/p>\n<p>Desenvolve projetos de curadoria em artes pl\u00e1sticas e na \u00e1rea da Live Art, a solo ou em co-curadoria, incluindo Amorph!98 em Hels\u00ednquia, Dia E Vento no Teatro do Campo Alegre em 2001, Brrr com o Teatro Nacional S\u00e3o Jo\u00e3o\/ Teatro Carlos Alberto\/ Porto 2001 Capital Europeia da Cultura, de 2006 a 2011 o festival anual de Artes Performativas Trama com a Funda\u00e7\u00e3o de Serralves, Porto, em 2012 o Sintoma n\u00ba 0 na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e em 2013 o Sintomas e Efeitos Secund\u00e1rios em colabora\u00e7\u00e3o com o Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o da Escola Superior de Educa\u00e7\u00e3o do Instituto Polit\u00e9cnico do Porto (InEd).<\/p>\n<p>Atualmente \u00e9 docente na Escola Superior de M\u00fasica, Artes e Espet\u00e1culo do Instituto Polit\u00e9cnico do Porto e na Faculdade de Belas Artes do Porto da Universidade do Porto.<\/p>\n<p>De 2005 a 2008 foi Coordenadora Pedag\u00f3gica do Instituto Portugu\u00eas de Fotografia, p\u00f3lo do Porto.<\/p>\n<p>\u00c9 membro colaborador do i2ADS Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes, Universidade do Porto, no NAI N\u00facleo de Arte Intermedia, onde criou e coordena o grupo Sintoma. Performance. Investiga\u00e7\u00e3o. Experimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>30 abril 2015. \u00a0Gustavo Costa \/ Sonoscopia\u00a0\u00a0<strong>\u00c9TICA DIY NA M\u00daSICA EXPERIMENTAL<\/strong><\/p>\n<p>Gustavo Costa nasceu no Porto em 1976. Estudou percuss\u00e3o, tecnologia da m\u00fasica, sonologia, composi\u00e7\u00e3oe teoria musical e frequenta actualmente\u00a0o\u00a0programa doutoral em media digitais na Feup, Porto, onde se debru\u00e7a sobre\u00a0o\u00a0tema da expressividade e interactividade na m\u00fasica por computador.<br \/>\nO\u00a0seu trabalho como m\u00fasico e compositor centra-se na m\u00fasica improvisada, electroac\u00fastica e na contracultura underground.<br \/>\nTem tocado e gravado extensivamente na Europa, Estados Unidos, Jap\u00e3o, Brasil e L\u00edbano.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.gustavocosta.pt\/\">www.gustavocosta.pt<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/sonoscopia.pt\/sonoscopia\">www.sonoscopia.pt<\/a><\/p>\n<p>14 maio 2015. \u00a0In\u00eas Moreira\u00a0<strong>Curadorias de espa\u00e7os p\u00f3s-industriais: \u00a0explora\u00e7\u00f5es entre a arte contempor\u00e2nea, a arquitectura e o conhecimento curatorial<\/strong><\/p>\n<p>Os meus projectos curatoriais relacionam-se com lugares espec\u00edficos (como hangares industriais, edif\u00edcios hist\u00f3ricos em ru\u00edna, museus abandonados ou arquitecturas menores), explorando no ao longo do processo de investiga\u00e7\u00e3o e de produ\u00e7\u00e3o, a intersec\u00e7\u00e3o da arte, da arquitectura, da tecnologia e das humanidades. Fui-me dedicando \u00e0\u00a0curadoria de espa\u00e7os p\u00f3s-industriais ao longo dos \u00faltimos 14 anos, inicialmente fazendo cenografia para exposi\u00e7\u00f5es de arte, hoje em dia fazendo investiga\u00e7\u00e3o curatorial muldisciplinar, entre a arquitectura, a arte, o patrim\u00f3nio, as humanidades, e outras \u00e1reas. Vou apresentar projectos realizados entre 2001-2014: FIMAI, Fundi\u00e7\u00e3o de Oeiras, F\u00e1brica ASA, Estaleiros Navais de Gdansk,\u00a0Complexo da Levada de Tomar, Cooperativa dos Pedreiros.<\/p>\n<p>In\u00eas Moreira (n.1977) \u00e9 arquitecta, investigadora e curadora. Professora Auxiliar Convidada na FBAUP.\u00a0Doutorada pelo Goldsmiths College, University of London.<em>\u00a0<\/em>Curadora dos\u00a0projectos: <em>Technical Unconscious<\/em>, Porto 2014;\u00a0<em>Materiality<\/em>, Gdansk 2012;\u00a0<em>Edif\u00edcios &amp; Vest\u00edgios,<\/em> Guimar\u00e3es 2012 <em>e<\/em>\u00a0<em>Devir Menor: Arquitectura e Pr\u00e1ticas Espaciais Cr\u00edticas na Ibero-Am\u00e9rica,<\/em> Guimar\u00e3es 2012; <em>Evento,\u00a0Biennale d&#8217;Art Publique,\u00a0<\/em>Bordeaux 2009;<em> Rescaldo e Resson\u00e2ncia!, Porto 2009.<\/em> Colabora regularmente com diversas institui\u00e7\u00f5es culturais Europeias, enquanto investigadora e cr\u00edtica tem contribu\u00eddo para v\u00e1rios livros, jornais e revistas da especialidade.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/petitcabanon.org\/\">http:\/\/petitcabanon.org\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/goldsmiths.academia.edu\/inesmoreira\">https:\/\/goldsmiths.academia.edu\/inesmoreira<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.buildingsremnants.com\/\">http:\/\/www.buildingsremnants.com\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/softcontrol.fba.up.pt\/\">http:\/\/softcontrol.fba.up.pt\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.revarqa.com\/uploads\/docs\/dossier\/75-76-Dossier.pdf\">http:\/\/www.revarqa.com\/uploads\/docs\/dossier\/75-76-Dossier.pdf<\/a><\/p>\n<p>21 Maio 2015. Maile Colbert \u00a0<strong>WAYBACK SOUND MACHINE: SOUND THROUGH TIME, SPACE, AND PLACE<\/strong><\/p>\n<p>Years ago while traveling for a project involving an ancient religious path, I became interested in the concept of sound back in time. What might this path sound like at different stages in history?\u00a0 What would shape that soundscape? When considering at length the implications of this concept, I felt it could be useful both on creative and scientific terms, and at a practical and theoretical level. I began to expand upon this in practice with various artistic and cultural projects, and in research and writing. This work is on sounding the past, the concept potential, how it is already being used in various disciplines, what it could mean for our future and what it could say about our history.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Maile Colbert<\/strong>\u00a0is an intermedia artist, educator, and researcher with a concentration on sound and video, relocated from Los Angeles and living in Lisbon, Portugal.\u00a0 She teaches at Faculdade de Belas Artes, Universidade Porto and Escola Superior de Teatro e Cinema Lisboa, and is a member of \u00a0i2ADS Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o em Arte, Design e Sociedade da Faculdade de Belas Artes (<a href=\"http:\/\/www.i2ads.org\/nai\/author\/mcolbert\/\">http:\/\/www.i2ads.org\/nai\/author\/mcolbert\/<\/a>).\u00a0 She spent the last four years collaborating with the organization Binaural\/Nodar (<a href=\"http:\/\/www.binauralmedia.org\">www.binauralmedia.org<\/a>), and is an ongoing contributor of articles on soundscape ecology and sound studies at \u201cSounding Out\u201d, the award winning sound journal (<a href=\"http:\/\/soundstudiesblog.com\/author\/mailecolbert\/\">http:\/\/soundstudiesblog.com\/author\/mailecolbert\/<\/a>). She holds a BFA in Studio for Interrelated Media from Mass Art, and a MFA in Integrated Media\/Film and Video from the Calarts, and has performed and screened widely in Japan, Europe, Australia, and the Americas. More on her and her work can be found at <a href=\"http:\/\/www.mailecolbert.com\">www.mailecolbert.com<\/a><\/p>\n<p>http:\/\/www.mailecolbert.com\/proj-wayback.htmlwww.mailecolbert.com<\/p>\n<p>http:\/\/soundstudiesblog.com\/author\/mailecolbert\/www.binauralmedia.orgwww.crossthepond.org<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4 junho 2015. Miguel Leal\u00a0<strong>Fazer coisas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Miguel<\/strong>\u00a0<strong>Leal\u00a0<\/strong>nasceu no Porto em 1967, onde vive e trabalha. Sempre fez coisas com meios variados. No entanto, parte do seu trabalho recente caracteriza-se pelo recurso \u00e0 imagem, em diferentes formatos e suportes, numa rela\u00e7\u00e3o\u00a0estreita com\u00a0o\u00a0espa\u00e7o\u00a0e os contextos de exposi\u00e7\u00e3o. As ideias de arquivo, repeti\u00e7\u00e3o, fic\u00e7\u00e3o, acaso e mem\u00f3ria, bem como as rela\u00e7\u00f5es entre verbal e n\u00e3o-verbal t\u00eam tomado um lugar importante nesse processo.\u00a0\u00c9 actualmente professor de artes pl\u00e1sticas na FBAUP.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ml.virose.pt\/\">www.ml.virose.pt<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ml.virose.pt\/blog\">www.ml.virose.pt\/blog<\/a><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><b>Contributos para Pensar o Multim\u00e9dia<\/b>  foi um ciclo de confer\u00eancias que nos juntou, \u00e0s quintas feiras de manh\u00e3, no espa\u00e7o da Porto Design Factory do Instituto Polit\u00e9cnico do Porto, durante tr\u00eas meses de 2015, para em conjunto pensarmos uma \u00e1rea alargada do multim\u00e9dia, a partir de pr\u00e1ticas art\u00edsticas, curatoriais, associativas, comunicacionais e colaborativas, aqui partilhadas em primeira m\u00e3o pelos seus criadores.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":238,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[],"class_list":["post-237","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-conferencias"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/237","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=237"}],"version-history":[{"count":8,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/237\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":253,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/237\/revisions\/253"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/238"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=237"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=237"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/ritacastroneves.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=237"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}